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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Frases de Otimismo


  • O medo te mantém prisioneiro, a esperança te liberta.
  • As ilusões perdidas são verdades encontradas.
  • Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos.
  • Poucas coisas no mundo são mais poderosas que um impulso positivo – um sorriso. Um mundo de otimismo e esperança, um ‘você consegue’ quando as coisas estão difíceis.
  • Os verdadeiros vencedores na vida são pessoas que olham para cada situação com a esperança de poder resolvê-la ou melhorá-la.
  • Deixe suas esperanças, e não seus ferimentos, moldarem seu futuro.
  • Cada dia chega trazendo seus próprios presentes. Desamarre as fitas.
  • Vencedor é aquele que acredita em si próprio em sua capacidade de superar obstáculos.
  • Lembre-se sempre que você é absolutamente único. Assim como todos os demais.
  • Aquele que se apaixona por si mesmo não terá rivais.
  • A felicidade é quando a oportunidade chega… e a porta está aberta para ela entrar.
  • Depois do fim ainda existe a possibilidade do além.
  • Tudo é possível quando se quer. Sem luta não há glória.
  • Se “derrotas” aconteceram, que elas não nos abalem. Antes, sejam encaradas como um aprendizado na conquista de vitórias. Sempre é tempo de recomeçar.
  • Quando estamos cheios de bons pensamentos, parece-nos que o mundo está repleto de oportunidades.
  • Saibas que a felicidade estará em todos os momentos que permitires senti-la.
  • Dois homens olharam através das grades da prisão; um viu a lama, o outro as estrelas.
  • Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer.
  • A hora mais escura da noite é justamente aquela que nos permite ver melhor as estrelas.
  • Até onde conseguimos discernir, o único propósito da existência humana é acender uma luz na escuridão da mera existência.
  • Todas as coisas são possíveis até que elas são comprovadas impossíveis – e mesmo o impossível pode somente ser assim agora.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O vendedor de Balões


Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas...
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Educação para jovens e adultos (EJA)


A Educação para Jovens e Adultos (EJA) é uma forma de ensino da rede pública no Brasil, com o objetivo de desenvolver o ensino fundamental e médio com qualidade, para as pessoas que não possuem idade escolar e oportunidade. É importante lembrar que a educação de jovens e adultos está tendo uma preocupação maior atualmente.

A iniciativa faz parte das várias pesquisas financiadas pela coordenação Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) até 2009.
Os alunos do EJA são geralmente trabalhadores/as, empregados/as e desempregados/as que não tiveram acesso à cultura letrada. O que acontece é que existem grandes disparidades entre ricos e pobres. De acordo com estudos realizados, a população pobre encontra-se em desvantagem principalmente ao se tratar de jovens e adultos.

Os educadores para fazerem parte do corpo docente do EJA devem ter uma formação inicial, além de contribuírem de forma relevante para o crescimento intelectual do indivíduo, realizando o exercício de cidadania.
fonte : http://www.mundoeducacao.com.br/educacao/educacao-para-jovens-adultoseja.htm

Paulo Freire


Paulo Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife. Sua família fazia parte da classe média, mas Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização. Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África. Pelo mesmo motivo, sofreu a perseguição do regime militar no Brasil (1964-1985), sendo preso e forçado ao exílio. O educador procurou fazer uma síntese de algumas correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão foi aliada ao talento como escritor que o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda. A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.
Paulo Freire delineou uma Pedagogia da Libertação, intimamente relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das consideradas classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base (CEB). No entanto, a obra de Paulo Freire não se limita a esses campos, tendo eventualmente alcance mais amplo, pelo menos para a tradição de educação marxista, que incorpora o conceito básico de que não existe educação neutra.